O mapa astral é um tememos, um recinto sagrado, um lugar santo, pois descreve com segurança o local que a imagem de Deus , enquanto a totalidade, habitante em nós na forma de um hóspede divino, se revela. O self, Cristo interior, todos esses termos apontam para um mistério insondável que é o que a psique continua a ser.
O mapa natal fornece a descrição do modo provável de uma pessoa passar por experiências. Assim a astrologia não descreve no caso do horóscopo a realidade de uma situação, mas sim o modo de casa pessoa reagir a ela.
Com os olhos abertos, repartimos o mesmo mundo, com olhos fechados, cada um de nós penetra o seu próprio mundo.
Gosto de começar as vivências de astrologia que faço com as pessoas em pé, formando círculo e de mãos dadas. Do ponto de vista da astrologia, isso demonstra que embora cada um de nós repartidos no mesmo círculo ninguém ocupa neles mesma posição, assim, cada qual processa a experiência de maneira diferente.
Do ponto de vista de Jung acerca da individuação, notamos que a perspectiva de cada um no círculo se acrescenta a experiência coletiva do todo e que nossa experiência é consciência individual enriquecem o inconsciente coletivo.
Em termos filosóficos o mapa descreve os modos prováveis de nossa experiência e pelo fato dele ser exato, ele pode nos ajudar a nos tornarmos mais conscientes da forma de ver as coisas.
Vejamos o caso de alguém com Saturno na 7, essa pessoa introjeta a crítica negativa dos outros, mas ela pode tambem desenvolver uma extraordinária sensibilidade para captar o sofrimento alheio, o que seria importante dentro de uma parceria ( casa 7). É sua forma de construir as relações com esforço, quando percebe esta forma de estar no mundo, nas parcerias, luz e sombra nesta dinâmica.
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